Imaginem-na morta... Caixão aberto porque a sua figura manteve-se intacta!
De que morreu?
O embate foi brutal... por dentro, incluindo o coração, tudo ficou desfeito...
Não é a bela adormecida... Nem próximo! Mas o que a faz (re)viver é a atenção e o amor do homem que ama!
O que mudou? Tudo!
Desde aquele dia... o dia em que, por dentro, tudo se estilhaçou... que o amor que sente é mais intenso... o sofrimento é maior...a angústia persiste em não passar...
Sente-se invisível em muitos momentos... em momentos que o abraço, o dele, estava sempre lá...
Se algum dia se queixou de se sentir sozinha MENTIU... nunca esteve sozinha porque o sentiu sempre com ela... em todos os momentos!
Mas neste preciso momento não é bem assim! Evita, com todas as suas forças, que se note, mas sente que, em alguns segundos, está sozinha! O abraço dele não está lá... A alma dele não está lá...
Mas de todas as certezas mais uma... Pode, ainda, chorar muito mas não mais irá mostrar essas lágrimas a alguém...
Quem não tem coração não chora! E o dela rebentou naquele dia... Naquele brutal acidente...
Não morreu mas podia...




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